quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006

Pois é amigos, foi divinal!


Eis o alinhamento das 21 musicas que fizeram vibrar 17 mil pessoas
que preencheram o Pavilhão Atlântico, em Lisboa:

A Pain That I'm Used To
John The Revelator
A Question of Time
Policy of Truth
Precious
Walking In My Shoes
Suffer Well
Damaged People
Home
I Want It All
The Sinner In Me
I Feel YouBehind The Wheel
World In My Eyes
Personal Jesus
Enjoy The Silence

Encore 1:
Shake The Disease
Just Can't Get Enough
Everything Counts

Encore 2:
Never Let Me Down Again
Goodnight Lovers

encontros imediatos...

Never Let Me Down Again

I'm taking a ride
With my best friend
I hope he never lets me down again
He knows where he's taking me
Taking me where I want to be
I'm taking a rideWith my best friend
We're flying high
We're watching the world pass us by
Never want to come down
Never want to put my feet back down
On the ground
I'm taking a rideWith my best friend
I hope he never lets me down again
Promises me I'm as safe as houses
As long as I remember who's wearing the trousers
I hope he never lets me down again
We're flying high
We're watching the world pass us by
Never want to come down
Never want to put my feet back down
On the ground
Never let me down, never let me down
Never let me down, never let me down
See the stars they're shining bright
Everything's alright tonight
Depeche mode

segunda-feira, 30 de janeiro de 2006


Eis que estamos a 30 dias deste novo ano e entra o ciclo do cão...
Eis que estamos a 28 dias do carnaval e o tempo passa a correr...
Como nunca é tarde para o fazer e que o ano anda entre os 365 e os 366 dia, BOM ANO para todos!
Dia 8 de fevereiro temos os tanto esperados Depeche Mode, para os inteligentes há-de ser um grande concerto para quem esperou a sombra da bananeira fossem inteligentes... eu depois descrevo, eheheh!
Em geral ano começou bem salvo excepções para nao tocar na ferida a ninguem, mas no que toca a presidenciais...tztz...valha-nos deusheze!!! Aproximam-se dias muito frios e enublados, as poupanças vao acabar e consequentemente subir os endividamentos! Temos de aprender de vez a tocar cavaquinho...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2005


Depois de deixar-mos de lado aquelas ropinhas mais leves, e termos-nos de nos encapuçar até à pontinha dos cabelos.
Depois do cheirinho das castanhas e das noites de geropiga, eis que chega a época mais esperada das criancinhas, as luzinhas de todas as cores que invadem o Mundo, chegou O NATAL!
Quando era miuda (digamos que não foi há muito tempo, eh eh) nesta altura a minha irmã mais velha dizia:" Vamos escrever a tua carta ao Pai Natal e no fim fazes um desenho!", santa inocência que saudo com muito carinho, escrevia então a minha irmã a carta enorme e no fim lá ia um sol rodeado de nuvens e passarinhos.
Depois era a espera, a parte mais dolorosa, a ânsia de saber se o Pai Natal teria ou não recebido a minha carta e se o meu pedido seria atendido. E eis que chega o dia D, antes da meia-noite punhamos os sapatinhos debaixo da chaminé, eu era fechada no quarto a aguardar que o sr descesce pela chaminé trazendo a resposta à minha carta.
Que coisa maravilhosa, que felicidade ao chegar ao sapatinho e ver todos aqueles presentes, que tinham sido trazidos pelo Pai Natal que eu nunca chegava a ver! Era tão bom!
Pois ERA, e é pena que hoje não se incuta às crianças um pouco de fantasia e fazê-las acreditar que existe algo maravilhoso (que é a inocência da infância) que dura tão pouco tempo até acordar-mos para a vida.
E isso refecte-se na nossa sociedade "moderna", as crianças são cada vez mais reprimidas de explorar o mundo fantástico da fantasia e do imaginário que se lhes torna cada vez mais dificil sorrir quando se diz:
Vem Aí O Pai NataL!

terça-feira, 11 de outubro de 2005

CONVENCESTE-ME RICARDO
As vezes pensamos que conhecemos muito bem as pessoas, mas isso é impossivel!
Elas conseguem sempre surpreender-nos das mais variadas maneiras.
Ser capaz de perdoar é uma qualidade inata,
pedir perdão aprende-se, com o tempo, com a vida..
Todos amadurecem um dia, não se sabe é quando

sexta-feira, 16 de setembro de 2005

Ha sempre uma primeira vez para tudo.

A pedra na rua, na praia, na cabeça...
O primeiro passo, em frente, para tras , para o precipicio...
O primeiro som, ruido, grito...
O primeiro copo, o esquecimento, o coma...

E esta é a primeira vez que escrevo fora d'agua.