Há quem saiba nadar, mesmo assim muitos vão ao fundo. Então encham o peito de ar e flutuem...
sábado, 11 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Premiados da XVII edição dos Caminhos do Cinema Português:
Júri Oficial
Grande Prémio Cidade de Coimbra - 48 de Susana de Sousa Dias
Melhor Longa Metragem - Um Funeral à Chuva de Telmo Martins
Melhor Curta Metragem - Vicky & Sam de Nuno Rocha
Melhor Animação - Viagem a Cabo Verde de José Miguel Ribeiro
Melhor Documentário - Pare, Escute, Olhe de Jorge Pelicano
Prémio Revelação - O Conto do Vento de Cláudio Jordão
Júri Caminhos
Melhor Actor: Ivo Canelas no filme “Desavergonhadamente Real”
Melhor Actor Secundário: Nuno Lopes no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz: Rita Martins no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz Secundária: Beatriz Batarda no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
Melhor Realizador: Gonçalo Galvão Teles no filme “Senhor X”
Melhor Direcção Artística: Artur Pinheiro no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
Melhor Argumento Original: Nuno Rocha no filme “ Vicky e Sam”
Melhor Argumento Adaptado: Tiago Sousa no filme “Embargo”
Melhor Fotografia: Pedro Patrocínio e Frederico Miranda no filme “Memórias de Fogo”
Melhor Guarda-roupa: Susana Jacobetty no filme “Kinotel”
Melhor Caracterização: Maria Almeida (Nani) no filme “Kinotel”
Melhor Montagem: João Braz no filme “Fantasia Lusitana”
Melhor Som: Pedro Lima no filme “Viagem a Cabo-Verde”
Melhor Banda Sonora: Bernardo Sassetti no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
Júri Ensaios Visuais
Prémio Ensaios Visuais - Sinfonia dos Loucos de Vasco Mendes
Menção Honrosa - Ida de Retorno de Lourenço Viana
Júri da Federação Internacional de Cineclubes
Júri Oficial
Grande Prémio Cidade de Coimbra - 48 de Susana de Sousa Dias
Melhor Longa Metragem - Um Funeral à Chuva de Telmo Martins
Melhor Curta Metragem - Vicky & Sam de Nuno Rocha
Melhor Animação - Viagem a Cabo Verde de José Miguel Ribeiro
Melhor Documentário - Pare, Escute, Olhe de Jorge Pelicano
Prémio Revelação - O Conto do Vento de Cláudio Jordão
Júri Caminhos
Melhor Actor: Ivo Canelas no filme “Desavergonhadamente Real”
Melhor Actor Secundário: Nuno Lopes no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz: Rita Martins no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz Secundária: Beatriz Batarda no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
Melhor Realizador: Gonçalo Galvão Teles no filme “Senhor X”
Melhor Direcção Artística: Artur Pinheiro no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
Melhor Argumento Original: Nuno Rocha no filme “ Vicky e Sam”
Melhor Argumento Adaptado: Tiago Sousa no filme “Embargo”
Melhor Fotografia: Pedro Patrocínio e Frederico Miranda no filme “Memórias de Fogo”
Melhor Guarda-roupa: Susana Jacobetty no filme “Kinotel”
Melhor Caracterização: Maria Almeida (Nani) no filme “Kinotel”
Melhor Montagem: João Braz no filme “Fantasia Lusitana”
Melhor Som: Pedro Lima no filme “Viagem a Cabo-Verde”
Melhor Banda Sonora: Bernardo Sassetti no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
Júri Ensaios Visuais
Prémio Ensaios Visuais - Sinfonia dos Loucos de Vasco Mendes
Menção Honrosa - Ida de Retorno de Lourenço Viana
Júri da Federação Internacional de Cineclubes
Prémio D. Quijote - 48 de Susana de Sousa Dias
Menção Honrosa - Senhor X de Gonçalo Galvão Teles
Júri de Imprensa
Prémio de Imprensa - Um Funeral à Chuva de Telmo Martins
Prémio Público - Um Funeral à Chuva de Telmo Martins
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Luis Buñuel |
A obra cinematográfica de Buñuel, aclamada pela crítica mas sempre cercada por uma aura de escândalo, tornou-o um dos mais controversos cineastas do mundo, sempre fiel a si mesmo. Buñuel também influenciou fortemente a carreira do realizador conterrâneo Pedro Almodovar.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Luis_Bu%C3%B1uel
Belle de Jour
'É um filme insinuante, antes de tudo. Um filme que mexe com os limites da fantasia e fica ali naquele termo do real/fantasioso baseado no enfado de Severine (Catherine Deneuve), a burguesa recém-casada e fria com o marido que viu nas aventuras sexuais num prostíbulo um escape excitante...'
in http://www.adorocinema.com/filmes/bela-da-tarde/imagens/1244854274_beladatardeposter03/#imagens
Nunca pensei que um filme data de 1967, idade da mana mais velha, me fosse cativar a ver certos filmes Europeus. Descobri Buñel :)http://rapidshare.com/#!download|775tg|245545407|BelleJour.part2.rar|168706
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Ever Fallen in Love?
You spurn my natural emotions
You make me feel like dirt
And I’m hurt
And if I start a commotion
I run the risk of losing you
And that’s worse
Ever fallen in love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?
I can’t see much of a future
Unless we find out what’s to blame
What a shame!
And we won’t be together much longer
Unless we realize that we are the same
Ever fallen in love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?
You disturb my natural emotions
You make me feel like dirt
And I’m hurt
And if I start a commotion
I’ll only end up losing you
And that’s worse
Ever fallen in love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?
Ever fallen in love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?
Ever fallen in love with...
Ever fallen in love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?
The buzzcoks
terça-feira, 31 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
terça-feira, 6 de outubro de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmoquarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."
terça-feira, 3 de março de 2009
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Para quem nem conhece, será obrigatório, isto para quem efectivamente tem bom gosto.
Passaram por Coimbra e por cá andaram maravilhados e maravilhando quem os ouvia ou conhecia, gente modesta e muito boa.
Vi-os pela 1ª vez na festa do sim , desde logo fiquei maravilhada, e com uma sensação inexplicável de de já vu, parecia que os conhecia desde sempre... como é que anda por aí tanto talento e tanta boa gente 'despercebida' pelo nosso país. Pois é... o destino incumbeu-se de os trazer a nós, as estradas da vida que se cruzam nos nossos caminhos, de seguida lá estavam então no Salão Brasil, escusado será dizer este ainda melhor que o outro. Ainda andaram pela fnac(dispensa comentários) só lhes faltou tocar na ponte pedonal, eheheh!
Felicidade a minha acompanha-los e guia-los pela nossa cidade, em cada um uma alma imensa e muita riqueza de vida partilhada.
À Marta Miranda, Lima, Zeto, Donatello, Pablo e Nathan, gostei muito de vos conhecer, continuem em bom caminho, bem hajam!
www.oquestrada.com
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