quarta-feira, 19 de janeiro de 2011



A acção voltou à Expo98 no dia 31 de Julho, para o festival Super Rock. No meio de nomes como Fastball, Van Morrison, Spiritualized ou mesmo os portugueses Clã, lá estiveram os Morphine a marcar presença, com o seu (às vezes duplo) saxofone e o baixo de duas cordas a debitar um ritmo muito bluesy. Não há palavras para definir o ambiente que se cria nos concertos desta banda, é simplesmente único. O que não foi único foi a sua vinda ao nosso país neste ano — eles regressaram no dia 23 de Outubro para tocarem na Festa das Latas, em Coimbra, num concerto ainda mais memorável do que o da Expo.

Morphine foi uma banda formada pelo vocalista e baixista Mark Sandman, o saxofonista Dana Colley e o baterista Billy Conway em Cambridge, Massachussets, EUA, no ano de 1989. A banda combinou elementos do jazz e do blues com arranjos tradicionais do rock, gerando um estilo próprio de música, na medida em que não contava com um guitarrista e o baixo de Mark Sandman possuía, na maior parte das apresentações, apenas duas cordas. Contudo, durante uma apresentação de sua banda em 1999, Sandman teve um ataque fulminante do coração, na cidade italiana de Palestrina, falecendo aos 46 anos de idade. Actualmente os restantes membros desta banda formam com a vocalista Laurie Sargent os Twinemen.
Mark Sandman nasceu em 1952, em Newton. Fundou a banda de blues Treat Her Right, que lançou três dicos: Treat Her Right (1986), Tied To The Tracks (1989) e What's Good For You (1991).
Inovou ao criar a banda Morphine, que fazia uma fusão vitoriosa de rock e jazz. Formada apenas por baixo, sax e bateria, além da intervenção eventual de alguns outros instrumentos, a música do grupo servia de base para que Sandman, com sua voz aveludada, cantasse suas belas poesias.
Veio a falecer em 1999, durante um show na Itália, vítima de um ataque cardíaco fulminante.




in http://pt.wikipedia.org/wiki/Morphine
   http://pt.wikipedia.org/wiki/Mark_Sandman
   http://diferencial.ist.utl.pt/edicao/24/encontros.htm

quarta-feira, 24 de novembro de 2010


Premiados da XVII edição dos Caminhos do Cinema Português:

Júri Oficial

Grande Prémio Cidade de Coimbra - 48 de Susana de Sousa Dias
Melhor Longa Metragem - Um Funeral à Chuva de Telmo Martins
Melhor Curta Metragem - Vicky & Sam de Nuno Rocha
Melhor Animação - Viagem a Cabo Verde de José Miguel Ribeiro
Melhor Documentário - Pare, Escute, Olhe de Jorge Pelicano
Prémio Revelação - O Conto do Vento de Cláudio Jordão

Júri Caminhos

Melhor Actor: Ivo Canelas no filme “Desavergonhadamente Real”
Melhor Actor Secundário: Nuno Lopes no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz: Rita Martins no filme “Efeitos Secundários”
Melhor Actriz Secundária: Beatriz Batarda no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
Melhor Realizador: Gonçalo Galvão Teles no filme “Senhor X”
Melhor Direcção Artística: Artur Pinheiro no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
Melhor Argumento Original: Nuno Rocha no filme “ Vicky e Sam”
Melhor Argumento Adaptado: Tiago Sousa no filme “Embargo”
Melhor Fotografia: Pedro Patrocínio e Frederico Miranda no filme “Memórias de Fogo”
Melhor Guarda-roupa: Susana Jacobetty no filme “Kinotel”
Melhor Caracterização: Maria Almeida (Nani) no filme “Kinotel”
Melhor Montagem: João Braz no filme “Fantasia Lusitana”
Melhor Som: Pedro Lima no filme “Viagem a Cabo-Verde”
Melhor Banda Sonora: Bernardo Sassetti no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”

Júri Ensaios Visuais
Prémio Ensaios Visuais - Sinfonia dos Loucos de Vasco Mendes
Menção Honrosa - Ida de Retorno de Lourenço Viana

Júri da Federação Internacional de Cineclubes

Prémio D. Quijote - 48 de Susana de Sousa Dias
Menção Honrosa - Senhor X de Gonçalo Galvão Teles

Júri de Imprensa

Prémio de Imprensa - Um Funeral à Chuva de Telmo Martins

Prémio Público - Um Funeral à Chuva de Telmo Martins

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Luis Buñuel

'Trabalhou com Salvador Dalí, de quem sofreu fortes influências na sua obra surrealista.
A obra cinematográfica de Buñuel, aclamada pela crítica mas sempre cercada por uma aura de escândalo, tornou-o um dos mais controversos cineastas do mundo, sempre fiel a si mesmo. Buñuel também influenciou fortemente a carreira do realizador conterrâneo Pedro Almodovar.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Luis_Bu%C3%B1uel

Belle de Jour

'É um filme insinuante, antes de tudo. Um filme que mexe com os limites da fantasia e fica ali naquele termo do real/fantasioso baseado no enfado de Severine (Catherine Deneuve), a burguesa recém-casada e fria com o marido que viu nas aventuras sexuais num prostíbulo um escape excitante...'

in http://www.adorocinema.com/filmes/bela-da-tarde/imagens/1244854274_beladatardeposter03/#imagens
Nunca pensei que um filme data de 1967, idade da mana mais velha, me fosse cativar a ver certos filmes Europeus. Descobri Buñel :)

http://rapidshare.com/#!download|675tl|245521199|BelleJour.part1.rar|171000
http://rapidshare.com/#!download|775tg|245545407|BelleJour.part2.rar|168706

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Ao longo da história portuguesa foram muitas as formas de perseguição a intelectuais:a prisão e a morte foram também frequentemente o castigo de quem ousava expressar aquilo que pensava, contrariando o discurso oficial do Estado.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Censura_em_Portugal


Ao longo da história portuguesa foram muitas as formas de perseguição a intelectuais:a prisão e a morte foram também frequentemente o castigo de quem ousava expressar aquilo que pensava, contrariando o discurso oficial do Estado.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Censura_em_Portugal

segunda-feira, 13 de setembro de 2010



Ever Fallen in Love?

You spurn my natural emotions
You make me feel like dirt
And I’m hurt
And if I start a commotion
I run the risk of losing you
And that’s worse

Ever fallen in love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?

I can’t see much of a future
Unless we find out what’s to blame
What a shame!
And we won’t be together much longer
Unless we realize that we are the same

Ever fallen in love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?

You disturb my natural emotions
You make me feel like dirt
And I’m hurt
And if I start a commotion
I’ll only end up losing you
And that’s worse

Ever fallen in love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?

Ever fallen in love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
Ever fallen in love
In love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?

Ever fallen in love with...

Ever fallen in love with someone
You shouldn’t’ve fallen in love with?

The buzzcoks

terça-feira, 17 de março de 2009

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmoquarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava junto da única janela do quarto.

O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.

Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...

E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.

Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.

Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...

Moral da História:

Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.

A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.

" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."

terça-feira, 3 de março de 2009


Este abraço de mar.. quente ainda fim de tarde.. humm.. quem me dera lá estar, agora, neste preciso momento!